
O superintendente municipal de Trânsito de Feira de Santana, Ricardo Cunha, afirmou que o ano de 2026 tende a ser mais tranquilo para a população em termos de organização viária, mas destacou que será um período de intenso trabalho para a Superintendência Municipal de Trânsito (SMT). Segundo ele, a meta é dobrar a produtividade do órgão em relação a 2025 e promover mudanças estruturais, especialmente no centro da cidade.
De acordo com Ricardo, o sentimento de tranquilidade está relacionado ao planejamento e às condições técnicas disponíveis para a execução das ações.
“Tranquilidade é ter nas mãos algo para se fazer melhor. Um exemplo é a sinalização que nós já temos. Posso dizer que será um ano mais tranquilo nesse sentido”, explicou.
Apesar disso, o superintendente deixou claro que o volume de trabalho será ainda maior. “Em matéria de trabalho, não será um ano tranquilo. Será um ano com talvez o dobro do trabalho deste ano. Nós queremos dobrar a produtividade da SMT”, afirmou.
Em 2025, a SMT registrou 690 atendimentos a eventos ao longo do ano. Para 2026, a expectativa é ampliar esse desempenho, aproveitando novas ferramentas e recursos que não estavam disponíveis anteriormente.
“Tenho certeza que será mais trabalhoso, porque em 2026 nós teremos meios que não tínhamos em 2025 para trabalhar”, ressaltou.
Entre as medidas já previstas está a modificação do sentido de ruas no centro de Feira de Santana, além de outras intervenções que serão anunciadas gradualmente. Ricardo destacou que o mês de janeiro será estratégico para a execução dessas ações.
“Vou aproveitar janeiro para fazer grandes projetos. Esse é um mês menos badalado, então a gente procura fazer essas intervenções que precisam de prática. É o mês recomendado para isso”, disse.
Segundo o superintendente, as mudanças serão baseadas em estudos técnicos. “Não serão ações empíricas. Nós já testamos, os projetos estão prontos, mas haverá muita modificação no trânsito de Feira de Santana”, pontuou.
A SMT deve concentrar ações específicas ao longo de janeiro, período em que o fluxo de veículos e pessoas na cidade costuma ser menor, justamente para reduzir os impactos das intervenções e testar novos modelos de organização viária antes de períodos mais movimentados.
*Com informações do repórter Robson Nascimento
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