Vereador Edvaldo Lima defende valor cultural da Bíblia em nova lei aprovada em Feira de Santana

 

Vereador Edvaldo Lima defende valor cultural da Bíblia em nova lei aprovada em Feira de Santana

As escolas públicas e privadas de Feira de Santana estão autorizadas a utilizar a Bíblia Sagrada como material de apoio complementar e fonte de pesquisa. A medida está prevista na Lei Municipal nº 4.353, de autoria do vereador Edvaldo Lima, sancionada pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho e publicada no Diário Oficial do Município nesta terça-feira (11).

A nova legislação determina que a utilização da Bíblia nas escolas tenha fins exclusivamente culturais, históricos, geográficos, literários e arqueológicos, podendo ser inserida em projetos pedagógicos das disciplinas de História, Literatura, Filosofia, Ensino Religioso, Artes, Geografia e Arqueologia. O texto também assegura caráter facultativo à medida, garantindo a liberdade de consciência e crença de alunos e professores.

Segundo o vereador Edvaldo Lima, a proposta não tem viés religioso, mas reconhece a importância da Bíblia como um dos livros mais influentes da humanidade.

“Essa lei deixa bem claro que ninguém é obrigado a ler a Bíblia, assim como não é obrigado a ler nenhum outro livro. É facultativo. Mas a Bíblia é o livro mais lido da história da humanidade, em todas as nações, e é um bom livro para se ler”, afirmou o autor da proposta.

O parlamentar destacou que a iniciativa foi amplamente aprovada na Câmara Municipal.

“O projeto foi aprovado por 99% dos vereadores, apenas uma vereadora votou contra. Todos compreenderam o papel fundamental que a presença da Palavra de Deus pode ter dentro das escolas”, disse.

Edvaldo Lima defendeu ainda que a leitura da Bíblia pode contribuir para a formação de valores éticos e morais entre os estudantes.

“Quando a pessoa lê a Bíblia, ela se afasta das drogas, do ódio e da amargura. A Bíblia ensina o amor, o respeito e o perdão. Tenho certeza de que professores e alunos terão dias melhores se incluírem essa leitura nas escolas”, afirmou.

O vereador reforçou que a medida não impõe doutrinação religiosa, mas oferece às instituições de ensino a autonomia para decidir sobre o uso ou não da Bíblia em seus projetos pedagógicos.

“A proposta é um benefício enorme. A Bíblia pode ser estudada como um livro de cultura e sabedoria. Quem lê, aprende valores que melhoram a convivência em sociedade”, concluiu Edvaldo Lima.

*Com informações da repórter Isabel Bomfim

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